Poetas da Luna

da Luna, da lua, da rua...

terça-feira, 5 de maio de 2026

Sim, Como.

Não há número

De coisas que se

Deve fazer

 

Não há e não deve

Haver.

 

Mas, fazer até

Os números deixarem

De ser contados.

 

Como a permanecer?

Sim, como a permanecer.

 

Não deve haver número

De coisas

E não deve haver.

Postado por Silvério Bittencourt às 19:58 Nenhum comentário:
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores: arte, autor, filosofia, letras, literatura, poema, poesia, poeta, silvério bittencourt, teologia
Postagens mais recentes Postagens mais antigas Página inicial
Assinar: Postagens (Atom)

Arquivo do blog

  • ▼  2026 (14)
    • ▼  maio (1)
      • Sim, Como.
    • ►  abril (9)
    • ►  março (2)
    • ►  janeiro (2)
  • ►  2025 (4)
    • ►  dezembro (1)
    • ►  novembro (1)
    • ►  março (1)
    • ►  fevereiro (1)
  • ►  2024 (5)
    • ►  novembro (1)
    • ►  setembro (1)
    • ►  agosto (3)
  • ►  2013 (2)
    • ►  fevereiro (2)
  • ►  2012 (83)
    • ►  dezembro (3)
    • ►  novembro (3)
    • ►  outubro (8)
    • ►  setembro (10)
    • ►  agosto (12)
    • ►  julho (20)
    • ►  junho (27)

Colaboradores

  • Anônima
  • Gustavo Souza
  • Luís Gustavo de Oliveira
  • Lucas
  • O Modica
  • Rafael Luz
  • Rodrigo Joel
  • Silvério Bittencourt
  • Sinceridade Espontânea
  • Unknown
B. V. A.. Tema Janela de imagem. Tecnologia do Blogger.