Aquele que não sente, morre.
Se fiz sem querer fazer, morrerei em inatividade. Quem faz
muito jamais morre, isso porque sobrevivendo a obra, eu mesmo sobrevivo.
O fazer não é doloroso para quem faz muito.
Faço pela primeira vez, quando eu fizer pela segunda, já
estarei sentindo mais.
Mas, para eu sentir alto devo trazer isso comigo: de, desde
sempre, ter sentido alto o fazer. Isso trago dos meus ancestrais.
Carregar todo tipo de conhecimento também é plenitude.
Os exercícios são, igualmente, caminhos para o conhecer.